Vivendo em harmonia com seus desejos de consumo


você melhor do que ninguém sabe que bloquear os desejos de consumo em uma sociedade capitalista é mais complica


do do que se pensa. A cada esquina nos deparamos com produtos e serviços que despertam tal desejo - Palavrinha que define muito bem as características de um ser humano. Desde o nas


cimento estamos hábitos a desejar, até mesmo nas ações mais simples para um bebê, com


o: chorar quando desejamos atenção, comida, colo etc.

A partir dai, esse desejo só aumenta conforme vamos evoluindo as fases de nossa vida. A criança deseja um brinquedo novo toda semana, o adolescente um celular novo a cada lançamento, o jovem deseja frequentar sempre as melhores festas e o adulto deseja trocar de carro todos os anos. Mas, até que ponto esse sentimento (presente diariamente) começa a se tornar algo perigoso para a sua vida financeira? De fato, não há problema em desejar quando estamos com as contas em dia, nome limpo e uma reserva para garantir um futuro estável em caso de imprevistos. Entretanto, fora dessas condições, pode ser um risco realizar todas as vontades do nosso corpo. Em sociedade existe a necessidade de seguir uma hierarquia de obrigações, a qual define seu perfil social e econômico, estabelecendo o limite ideal para ''desgastar'' sua carteira em coisas não essenciais, que serviriam apenas para satisfazer uma sensação temporária de consumo. O ideal é viver ''beirando'' abaixo das suas possibilidades, e andando em cima de sua estabilidade financeira, qualquer desequilíbrio pode significar em queda bruta, ocasionando sequelas duradouras.

Sendo assim, a dica de hoje é ''simples'': Não exagere. Ande devagar em rumo dos seus objetivos. Nem sempre adquirir tudo fará com que você chegue mais depressa na sua utopia de satisfação pessoal. É claro, que à você essa dica pode não parecer algo tão simples. Abrir mão de objetos ou serviços que nos confortam não é uma tarefa fácil. Por isto, comece aos poucos. Abra mão de ''luxos'' que podem ser substituíveis em ocasiões mais econômicas. Quer exemplos? Ao invés de almoçar fora todo fim de semana com a sua amada(o) por que não fazer um date simples em casa, com um filminho acompanhado de uma pipoca no meio das cobertas? Ou, qual a necessidade de trocar os eletrodomésticos em perfeito funcionamento só para fazer inveja aos familiares? Parece situações superficiais, mas a longo prazo você notará um rendimento positivo na sua conta bancaria, e quem sabe no fim do ano esse extra já não de um ''gás'' na viagem de reveillon? De outra maneira, pensando em cenários negativos que queremos longe da nossa realidade, esse extra pode servir para cobrir uma despesa médica não esperada ou manter a calma durante um desemprego. Independente do cenário, os desejos deixados para trás no passado, podem proporcionar uma ''mão'' amiga para o futuro. Agarra essa visão!


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